Reconhecido com conceito 4, de excelência, em todas as dimensões, atribuído pela Comissão de Especialistas do MEC, o curso de Engenharia de Produção da Unaerp possui corpo docente formado por mestres e doutores, com vasta experiência acadêmica e profissional. Além disso, oferece aos seus alunos laboratórios de Automação, Usinagem, Fenômenos de Transporte, de Eletrônica e biblioteca atualizada. Por conta de todos esses diferenciais, é o 14º melhor curso particular de São Paulo e 31º do Brasil – RUF 2019 (Ranking Universitário do jornal Folha de S. Paulo). A alumni Ana Claudia Padula Rodrigues, formada em 2017, encontrou na Unaerp, a base para construir uma carreira sólida e hoje atua como Analista de Processo na Industria de Produtos Alimentícios Cory Ltda.
Ana Claudia Padula Rodrigues (AC) - O que te levou a Engenharia de Produção?
Unaerp (U) - No início, prestei vestibular para Administração de Empresa, porém, não fui aprovada. Então, por indicação de um primo, resolvi conversar com os coordenadores dos cursos de Engenharia de Produção e Administração de Empresas da Unaerp. E durante esse bate-papo, me apresentaram o escopo de estudo de cada curso e eu me apaixonei pelo leque de opções que a Engenharia de Produção poderia me proporcionar. A dinâmica de reduzir desperdícios e aumentar lucratividade fez meus olhos brilhar.
AC - Conte um pouco sobre o seu dia a dia.
U - Me considero uma pessoa movida a desafios e as melhorias continuas do dia a dia, por isso optei por atuar na área industrial, na qual cada dia é um desafio novo com metas e melhorias de processo. Hoje atuo em uma empresa de produtos alimentícios, como Analista de Processos, no setor da Gestão da Qualidade com foco de padronizar o processo das linhas de produção criando padrões.
AC - Qual o papel e a importância do profissional engenheiro de produção?
U - O profissional tem papel fundamental nessa era onde a redução de custo é muito forte. O engenheiro vem para ser o apoio do meio de transformação de bens e serviços, a fim de determinar, através da gestão de pessoas, o que é relevante ou não para o processo. Importante lembrar também da visão holística que o engenheiro de produção deve ter para garantir que as tomadas de decisões não sejam feitas olhando apenas um ponto, mas sim a saúde do negócio.
AC - Qual o tipo de profissional o mercado espera? E qual o maior desafio da profissão atualmente?
U - O mercado espera um engenheiro humilde, focado em resultados, com inteligência emocional, apresentando um olhar para cuidar de pessoas e com sede de melhoria. Hoje é preciso entender, principalmente na indústria, a importância de ouvir e ter empatia pelas pessoas. Hoje um bom profissional deve ter conhecimento e buscar intensificar cada vez mais a prática. O maior desafio do engenheiro é não parar de se desafiar e para ser um profissional de excelência, que almeja um cargo de liderança, deve sempre buscar outros cursos e se aperfeiçoar na área escolhida, concomitantemente trazendo resultados para a empresa.
AC - Você continua apaixonado pela sua profissão? O que mais te encanta na área?
U - A cada dia que passa me mantenho mais apaixonada pela engenharia. As pessoas me perguntam qual outro curso escolheria, caso não fosse engenheira e eu respondo nenhum. Não me vejo fazendo outra coisa, a engenharia se tornou o alicerce da minha vida. Ver a junção de várias matérias primas, que atendem a uma especificação, sendo transformada em um processo garantido com variáveis padronizadas e formando um único produto que será entregue para o consumidor final é gratificante. O que mais me encanta especificamente na indústria alimentícia, onde atuo, é a busca da melhoria continua, de produzir um alimento cada vez melhor para nós mesmos.
Alumni Ana Claudia Padula Rodrigues






