O último sábado (01/04) foi de conhecimento prático aos alunos de Engenharia Civil, com duas visitas técnicas organizadas pelo curso. Um grupo foi conhecer o funcionamento na Estação de Tratamento de água ETA Jurubatuba da SABESP, enquanto a outra comitiva visitou as obras para construção da sede do SEST/SENAT em Guarujá.
A visita técnica da ETA Jurubatuba contou com a participação de 21 estudantes, da 6ª etapa de Engenharia Civil. Acompanhados pelo coordenador do curso, Prof. Marcio Tavares, que ministra a disciplina de Sistemas Hidráulicos e Sanitários, os alunos puderam conferir as etapas desta unidade responsável pelo abastecimento de água de Guarujá, que produz dois mil litros de água por segundo e com capacidade de reservação de 10 milhões de litros de água tratada.

Aluno da 6ª etapa, Cicero Lopes de Souza afirma que a visita foi bastante enriquecedora. “Vimos aquilo que está sendo dado em sala de aula, e é diferente quando temos contato com a realidade. Saímos com outra visão. Ficamos abismados com a quantidade de água reservada na unidade. Porém, para nossa surpresa, aquele volume de água não dura mais que três dias, caso haja algum problema na captação”, ressaltou.
Segundo Marcio Tavares, “o diferencial dessa ETA é que a unidade integrada já recebe água limpa, a principal etapa é filtração, e por isso, não sendo necessários outros equipamentos presentes em outros tipos de unidades de tratamento.” O coordenador declara ainda que outras visitas técnicas já estão sendo programadas, para ampliar a carga de atividades práticas do curso.
Canteiro de obras
Outro grupo, formado por 35 alunos das 5ª e 10ª etapas de Engenharia Civil, foi visitar no sábado o canteiro de obras da construção da sede em Guarujá do Serviço Social do Transporte (SEST) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) Guarujá. Localizada em um terreno de 10 mil metros quadrados na Avenida Lydio Martins Corrêa, entre os bairros Morrinhos e Cachoeira, a obra está na fase da fundação.
Acompanhados pelo professor Rodrigo Coelho Roberto, da disciplina de Materiais de Construção Civil, os estudantes puderam verificar in loco o planejamento e uso dos materiais na edificação. “Antes de entrar na obra, mostrei os traços de concretos, as diferentes resistências e dimensões dos variados tipos de pilares e vigas, e os alunos tiveram contatos com as plantas e projetos de estruturas, hidráulicos, de fundações e de materiais. O objetivo foi aproximá-los da realidade da profissão”, esclarece o docente.

Uma das alunas participantes, Taynara Mielli, nunca havia estado antes em uma obra, e para ela, foi uma experiência bastante reveladora. “Foi muito interessante porque pudemos ver várias técnicas de amarrações e concretagem. E mesmo com chuva e sol, pudemos sentir a realidade de quem trabalha em obra, que independente das condições climáticas, atuam para terminar a construção dentro do prazo”.






