Mais uma turma de calouros iniciou o semestre letivo na Medicina Guarujá, e para dar as boas-vindas aos ingressantes, a Unaerp promoveu de 17 a 21 de agosto a Semana de Acolhimento da Medicina Guarujá. Palestras online e atividades foram especialmente preparadas com intuito de familiarizá-los com a rotina do curso e da instituição.
No primeiro dia de aulas, o coordenador da Faculdade de Medicina de Guarujá, Prof. Dr. Geraldo Magela Nogueira Marques, apresentou o curso e explicou sobre o método PBL (Problem Based Learnig - Aprendizagem Baseada em Problemas), metodologia adotada pela Unaerp onde o estudante constrói seu próprio conhecimento, sendo facilitado pelos professores tutores.
A partir de agora, os alunos começam a trilhar o importante caminho da formação médica em seis anos de graduação. Para a pró-reitora da Universidade do Guarujá Unaerp, Priscilla Bonini Ribeiro, “um caminho de muita dedicação aos estudos, para serem futuros médicos que irão fazer a diferença na saúde de nosso País”.
A estudante guarujaense Maria Gabriela de Souza Moura destaca a metodologia adotada pela Medicina Guarujá. “O método PBL foi um fator que me fez escolher pela Unaerp”. Everton Luiz Pereira Santos foi contemplado como bolsista pela Lei Municipal. “É um sonho que tinha desde cedo, e que esses sejam os melhores anos das nossas vidas”, confessou.
Heloisa Kureski veio de Curitiba para estudar Medicina na Unaerp Guarujá. “A saúde é a área da minha família”. Dalila Rebeca Costa, de Rafael Fernandes (RN), se sente completa e esperançosa. “É um misto de euforia, ansiedade e gratidão, um momento de renovação e esperança para o futuro que será de muito estudo.”
Durante a Semana de Acolhimento, os ingressantes conheceram mais sobre a estrutura da Universidade de Medicina de Guarujá, sobre o Centro Acadêmico e a Atlética, e participaram de palestras online. Uma delas foi com a médica oncologista especialista em Cuidados Paliativos, Juliana Tavares, que ministrou palestra online sobre Comunicação em Medicina.
Falando sobre a importância da comunicação em saúde, da escuta e da relação entre médico e paciente, a palestrante destacou que essa relação deve envolver empatia, autocontrole, o olhar e o acolhimento, principalmente ao dar notícias difíceis de diagnósticos. “Comunicação é tornar comum, partilhar. E a comunicação deve ser clara e progressiva, evitando jargões, e ser de forma adequada e suficiente. Saber ouvir e nunca tirar a esperança”.
O coordenador Prof. Dr. Geraldo Marques complementou que “se essa comunicação não for bem estabelecida, a relação médico-paciente fica bastante prejudicada”, e ressaltou que as várias técnicas de comunicação em Saúde serão abordadas ao longo do curso.
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Uma das palestras da Semana foi sobre Comunicação em Saúde, ministrada pela médica oncologista especialista em Cuidados Paliativos, Juliana Tavares






