Classificado como o 3º melhor curso entre as instituições privadas do Brasil, de acordo com o RUF 2019 (Ranking Universitário do jornal Folha de S. Paulo), a Fisioterapia da Unaerp forma um profissional de excelência com perfil generalista e humanista, capaz de prestar atendimento em todos os níveis de atenção à saúde de como promoção, prevenção, intervenção, manutenção, reabilitação/habilitação e reintegração social.
Além de toda infraestrutura oferecida pelo curso, os alunos contam com a Clínica-escola, uma das mais completas da região, que realiza em média 18 mil atendimentos anuais.
A excelência no ensino fez toda a diferença na formação da alumni Nathalia Almeida, que concluiu o Curso em 2015. Hoje, com tudo o que aprendeu na Unaerp, ela atua no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP, na Unidade Coronariana, e no Centro de Terapia Intensiva de um hospital particular em Ribeirão.
Unaerp (U) - O que te levou a Fisioterapia?
Nathalia Almeida (NA) - Acredito que todos nós já sonhamos em ser “super-heróis” um dia e salvar alguém com algum tipo de “super-poder”. No caso da Fisioterapia, o “super-poder” está nas nossas mãos, no contato, na avaliação e principalmente na execução. Escolhi essa profissão pela influência positiva e ativa na vida do próximo, penas com nosso estudo e uso das mãos.
U - Conte um pouco sobre o seu dia a dia.
NA - Dentro da minha área de atuação em Unidades de Terapia Intensiva, o dia a dia do fisioterapeuta é uma mudança constante. A rotina do hospital é extremamente vulnerável em vista da complexidade dos casos que ali se encontram. Em resumo, meu dia a dia consiste na avaliação rigorosa da história prévia e apresentação clínica do paciente no momento da internação hospitalar e efetivamente escolher a melhor conduta, motora e respiratória, a fim de ser resolutivo e minimizar prejuízos da hospitalização, que por muitas vezes é prolongada. Associado a isso, em horários opostos aos plantões no hospital, realizo atendimentos voltados para geriatria, em ambiente domiciliar, visando reintegrar esse idoso ao ciclo social que ele está inserido e também melhorar, na medida do possível, a qualidade de vida de quem o cuida, facilitando atividades e transferências de forma mais independente.
U - Qual o papel e a importância do profissional fisioterapeuta?
NA - O papel do fisioterapeuta é restaurar, desenvolver e auxiliar na conservação da capacidade física e funcional. Sua importância, seja em qual área for, é a promoção de saúde, desenvolvendo a importância da abordagem do paciente como um todo.
U - Qual o tipo de profissional o mercado espera? E qual o maior desafio da profissão atualmente?
NA - O fisioterapeuta precisa ser objetivo e principalmente, atualizado, em novas técnicas e/ou protocolos que possam ser peça chave fundamental em casos mais complexos. O mercado hoje espera fisioterapeutas proativos e criativos. Acredito que, apesar de tantos pontos positivos sobre nossa atuação, o maior desafio é ainda precisar muitas vezes, provar nosso real valor. Partindo de um pressuposto histórico, a Fisioterapia é uma profissão nova, e nossas áreas de atuação crescem à medida que o tempo passa e infelizmente esse crescimento ainda não atingiu todas as esferas em que estamos inseridos. Por isso, existe a cobrança do mercado em sermos atualizados e resolutivos. Não há maneira melhor de mostrar nosso papel do que expondo resultados com um serviço ético e de qualidade.
U- Você continua apaixonada pela sua profissão? O que mais te encanta na área?
NA - A Fisioterapia é o alicerce forte da minha vida, seria impossível não me apaixonar mais a cada dia, a cada conquista de um paciente, a cada abraço cheio de gratidão e de verdade de uma família que você ajudou. É necessário foco, empenho, dedicação e estudo constante, mas a recompensa é proporcional ao esforço dedicado. A união de fatores que eu mais amo e prezo é o poder de ação e mudança na vida das pessoas. Foi o que realmente me encantou e ainda me encanta todos os dias.
Nathalia Almeida, que concluiu o Curso em 2015






