UNAERP recebe selo do Programa FAUBAI-BRaVE


A certificação foi dada pela a Associação Brasileira de Educação Internacional, no dia 17 de outubro 

A Universidade de Ribeirão Preto recebeu, no dia 17 de outubro, o selo do Programa FAUBAI-BRaVE - Brazilian Virtual Exchange,  uma iniciativa da Associação Brasileira de Educação Internacional - FAUBAI, que busca incentivar a implantação de intercâmbio acadêmico virtual nas instituições de ensino superior brasileiras. 

A certificação foi dada após a Universidade atender a todos os requisitos do programa, com oferecer aos estudantes e professores possibilidades de desenvolver atividades cooperativas e multiculturais on-line, por meio de disciplinas com interface internacional, em parceria com instituições estrangeiras.

Após a iniciativa, da Divisão de Cooperação Nacional e Internacional, sob direção da Prof.ª Vanessa França Bonini Panico, e do curso de Arquitetura e Urbanismo, a UNAERP passa a figurar na lista de instituições com oferta de Intercâmbio Virtual na página eletrônica da FAUBAI, possibilitando a divulgação da Instituição nos cenários nacional e internacional.

Coordenadora do Intercâmbio Virtual, a professora  Gabriela Coetti conta que a institucionalização de qualquer tipo de intercâmbio virtual é uma importante ferramenta para  oferecer aos estudantes outras opções de  intercâmbio além de programas de mobilidade, considerando o número limitado de alunos que podem  se envolver em estudos no exterior. “O IV tem um grande potencial de participação, mais equitativa e inclusiva na educação internacional e experiências interculturais para todos os alunos, envolvendo-os em estudos disciplinares e interdisciplinares, promovendo uma construção de conhecimento(s) com alunos de diferentes  perspectivas culturais.”

Ainda de acordo com o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, professor Edson Salerno Junior, o intercâmbio virtual pode ainda proporcionar ao corpo discente uma oportunidade única de interagir com alunos e professores estrangeiros. Além de “conhecer uma cultura arquitetônica diferente do que estamos acostumados, de ampliar seu repertório teórico e de referências projetuais, de poder ter opiniões diferentes sobre seus projetos e de poder contribuir com uma visão brasileira, acerca de problemas internacionais”. 

O professor diz que essa modalidade de intercâmbio foi adotada pelo curso ao longo deste semestre e que já pode ver resultados. “Nos propiciou ampliar a nossa visão de mundo, a nossa compreensão sobre o ensino de arquitetura e urbanismo, nos apresentou novas ideias, nos fez refletir sobre nossas práticas acadêmicas e por fim, nos aproximou de mundos que antes eram tão distantes”, finaliza.