Aula magna foi realizada na última quarta-feira (29).
O curso de Relações Internacionais realizou, na última quarta-feira (29), uma aula magna com tema “Os desafios das políticas públicas para refugiados em Ribeirão Preto”, ministrada por Ana Laura Pantoni, no Teatro Bassano Vaccarini. O evento contou ainda com a participação de alunos do curso de Direito.
A iniciativa surgiu através do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Relações Internacionais e Consultoria com o Comércio Exterior (Nepri/Neccex) e buscou mostrar para os estudantes que a questão do refúgio, além de ser uma pauta mundial, faz parte da realidade local, conta a aluna Isabelle Helena Nogueira Moretto. “Pensamos nesse tema porque sempre escutamos falar muito sobre refugiados, mas nunca pensamos que pode haver refugiados no nosso município. Falar sobre refugiados ainda mais em Ribeirão Preto traz visibilidade para a pauta. Essa questão está próxima e nós podemos fazer algo para ajudar”.
Aula magna contou com participação de alunos de Relações Internacionais e do curso de Direito.
Coordenadora do curso, a professora Laura Meneghim Donadelli diz que o evento buscou promover a discussão sobre as especificidades da pauta sobre refugiados em Ribeirão Preto. “Falar sobre a realidade de São Paulo, por exemplo, Universidades que estão localmente instaladas conseguem fazer, mas Ribeirão Preto tem especificidades que o nosso aluno aqui da Unaerp que é qualificado e tem contato com esse tema de Direito Internacional e Direitos Humanos para interpretar a realidade local”.
Já a palestrante, Ana Laura, fala que, além de fomentar a discussão, a iniciativa é importante na medida em que cria oportunidades para a criação de alternativas pensando no contexto regional. “ A crise é global, mas já atinge nossa realidade local. Não temos uma receita de bolo pronta. Na verdade, o intuito mesmo é fomentar a discussão, pensar em parcerias e articulações e em como nós, enquanto sociedade civil e universidade, junto ao poder público, podemos atuar a favor do desenvolvimento de forma igualitária e humana”, finaliza.






