Atividades foram abertas a alunos, docentes, colaboradores, egressos e à comunidade externa.
Entre os dias 29 de maio e 3 de junho, a Unaerp realizou a 2ª Semana Cultural, que contou com exposições e apresentações artísticas e musicais. Promovido pelo Núcleo de Esportes, Cultura e Bem-Estar da Universidade, o evento trouxe ainda oficinas culturais gratuitas, como de radionovela, discotecagem e pintura, que foram abertas a alunos, docentes, colaboradores, egressos e à comunidade externa.
O colaborador André Paterlini, do Núcleo de Esportes, Cultura e Bem-Estar, explica que o objetivo do evento é fomentar a cultura dentro da Universidade, descobrir novos talentos e contribuir para que as pessoas despertem interesse pela arte. “A Universidade tem condição de proporcionar ao aluno essas experiências, estamos fomentando a cultura para que os estudantes possam realmente aproveitar esse momento que eles estão na Unaerp e adquirir conhecimentos”, destaca.
No dia 30 de maio, durante a manhã e à noite, os alunos foram recepcionados, na entrada principal, com intervenção cultural do Duo Daniel Leitão e Juliana Samorano. "Os alunos têm esse tipo de contato com outras derivações de arte no meio do campus para se aproximar, é interessante trazer esse lado mais poético para viver, deixar o emocional sair é bastante importante", destaca Leitão.
Objetivo do evento é fomentar a cultura dentro da Universidade.
O aluno do curso de Psicologia, João Victor Duarte, integra a banda Katraka, que nasceu nos estúdios de música da Unaerp. O grupo se apresentou nos intervalos da manhã e da noite do dia 1, aniversário de 99 anos da AERP, e, para o estudante, o incentivo da Instituição em relação às apresentações culturais é uma chance bastante oportuna. “Não podíamos deixar de aceitar esse convite, fazer música na Universidade é uma oportunidade gigantesca. Ter esse encontro com a música, com a banda que formamos durante a faculdade que estou cursando é muito gostoso”.
Outro destaque da programação da II Semana Cultural foi a oficina de discotecagem ministrada pelo DJ Spin, em que foram abordados conceitos técnicos e as diferentes vertentes relacionadas à black music, além do rap. O músico conta que os alunos participantes tiveram a oportunidade de colocar o aprendizado em prática e realizar a mixagem de, pelo menos, duas músicas. “O nome já diz, Universidade, tem pessoas de diversas cidades aqui, do Brasil inteiro, e é importante trazer essa informação da música, do toca disco, porque muita gente não ainda conhece, acha que é algo novo. Essa representatividade musical e esse diálogo são muito importantes”, afirma Spin.






