Evento realizado em parceria com o projeto Maio Furta-Cor foi voltado para estudantes e profissionais da área da saúde.
As Ligas Acadêmicas do curso de Psicologia promoveram, no último dia 30, o debate “Maio Furta-Cor: Saúde Mental Materna Importa”, com a participação da psicóloga Maria Daniela Tonhão Sylos, e das professoras do curso de Psicologia da Unaerp, Juliana Vendruscolo e Sara Cirilo. O evento, realizado em parceria com o projeto Maio Furta-Cor, foi voltado para estudantes e profissionais da área da saúde e trouxe temas como saúde mental na gestação e as alterações corporais; luto materno e aspectos emocionais; e depressão pós-parto e baby blues.
O coordenador do curso de Psicologia, professor Matheus Rozário Matioli, explica que o objetivo do debate é conscientizar as pessoas sobre a importância da saúde mental durante e após a gestação. “É algo que já é difícil de ser falado, principalmente na questão da saúde mental materna. A gente sabe que a mulher passa por inúmeras transformações, tanto física, quanto psicológica e um olhar sobre isso é bastante importante”.
Evento trouxe debate sobre temas como saúde mental na gestação e as alterações corporais; luto materno e aspectos emocionais; e depressão pós-parto e baby blues.
Segundo a psicóloga e representante oficial da campanha Maio Furta-cor em Ribeirão Preto, Paula Garcia Naldi, trazer essa discussão para a universidade é essencial para a efetivação de políticas públicas voltadas para o tema. “Se estamos falando de uma sensibilização e de ampliar o olhar, de como impacta o cuidado da saúde mental materna em todas as profissões, se são esses os profissionais que vão estar na frente dos atendimentos no âmbito público, privado e suplementar e se trabalharmos essa sensibilização e essa conscientização na formação desses profissionais, é onde vamos conseguir ganhar força para transformar e, inclusive, efetivar políticas públicas”.
A aluna do curso de Psicologia, Thaisa Perez, conta que “a discussão sobre a saúde mental materna se faz muito importante não apenas para os profissionais da área da saúde, mas também para a sociedade como um todo. Dentro disso, o debate também conscientiza sobre os fatores de risco e de proteção para essas mulheres, para que possamos atuar ativamente frente a essa realidade em um sistema de promoção, prevenção e proteção da saúde”.






