15º Desafio da Engenharia da Computação tem tema voltado para Domótica


Desafio propôs desenvolvimento de projetos com foco em questões do dia-a-dia. 

Desenvolver protótipos que possam auxiliar em tarefas do cotidiano, esse foi objetivo que alunos do curso de Engenharia da Computação precisaram atingir durante a 15ª edição do Desafio da Engenharia da Computação. Com mais de 20 projetos inscritos, a competição, que neste trouxe o tema “Domótica”, contou com a participação de estudantes de todas as etapas. A final foi realizada no dia 23 de maio, no Teatro Bassano Vaccarini. 

Coordenador do curso, o professor Otávio Marson Junior conta que o Desafio deste ano buscou trabalhar tópicos que estão relacionados ao dia a dia e que possibilitaram ainda a criação de projetos tanto de hardware quanto de software. “Tivemos uma quantidade de inscritos acima dos últimos anos, foram mais de 22 projetos. Desses, a maioria implementou e funcionou. A cada edição fica mais difícil escolher apenas cinco para a final”. 

Organizado pelo professor Rodrigo Plotze, o Desafio é realizado semestralmente. Aberto a alunos de todas as etapas do curso de Engenharia de Computação, o evento traz temas variados para nortear a construção de protótipos que são avaliados e selecionados por docentes e estudantes. A final da competição é realizada entre os cinco melhores projetos. Neste ano, a equipe formada pelos alunos Henrique Neves Ignácio e Marcos Vinicius Alves da Rocha foi a vencedora com o protótipo Orbit, dispositivo que clona controles de aparelhos eletrônicos e possibilita o acesso por meio de um aplicativo para smartphones. 


Durante competição, alunos de todas as etapas do curso inscreveram projetos de hardware e software

“O Desafio da Engenharia da Computação já está em sua 15ª Edição e nós conseguimos entender claramente que ele tem contribuído na formação dos alunos. As apresentações auxiliam no desenvolvimento pessoal desses estudantes. Eles estão se empenhando para a cada semestre trazerem projetos melhores e isso tem se mostrado um resultado muito importante para nós”, conta Plotze. 

O professor Marson Junior fala que o desenvolvimento dos alunos que participam do Desafio vai além dos conteúdos da sala de aula. “Nós conseguimos ver claramente essa dedicação em participar do desafio, pensando que isso pode ser uma ponte profissional. Temos vários alunos que se desenvolvem de tal forma que, quando eles entram no mercado de trabalho, já possuem uma desenvoltura que faz diferença para a carreira deles”.  E o evento também motiva docentes que partem em busca de mais conhecimento para auxiliar os estudantes. “A tecnologia se desenvolve a cada 24 horas. Então, o professor também fica motivado de ver eles interessados. Isso é algo que tenho percebido nos últimos tempos e é motivador, porque você não fica falando a mesma coisa ano após ano, você precisa descobrir o que o mercado está oferecendo. Então, para o docente, isso é motivador”, finaliza.