Indústria 4.0 é tema do 17º Desafio da Engenharia de Computação

O curso de Engenharia de Computação promoveu, no dia 10 de junho, o 17º Desafio da Engenharia de Computação. Com o tema “Tecnologias da Indústria 4.0”, o Desafio, que acontece semestralmente, contou com a participação de alunos de todas as etapas do curso, e seis dos projetos apresentados chegaram à final. O objetivo do Desafio é abordar temáticas que tenham aplicações importantes para os estudantes. 

De acordo com o organizador do evento, professor Rodrigo Plotze, a proposta do Desafio é apresentada no início do semestre e os projetos são desenvolvidos ao longo desse período. Além disso, as temáticas escolhidas, segundo Plotze, são de grande importância para os alunos do curso de Engenharia de Computação. “São projetos desenvolvidos ao longo do semestre que envolvem a tecnologia 4.0, que possui aplicações comerciais que complementam muitos assuntos que são trazidos dentro das disciplinas na Universidade”. Portanto, o Desafio é uma forma dos participantes colocarem em prática os conceitos aprendidos em sala de aula.

Coordenador do bacharelado, o professor Otávio Marson Junior diz que o Desafio acaba sendo parte do trabalho no dia a dia de uma empresa. “Eles partem da concepção da ideia, da necessidade, e vão desenvolvendo um produto. Alguns dos projetos chegaram a ter um produto finalizado, e esse é o objetivo do Desafio: treinar as partes do desenvolvimento de um produto ou de uma aplicação”, explica o docente.

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Evento abordou o tema "Tecnologias da Indústria 4.0"

Premiação – Dos seis projetos que chegaram até a final da 17ª edição do Desafio da Engenharia de Computação, o campeão foi o projeto Thermight, dos alunos Felipe Albanez Contin e Flávio Galdona Faria. Amigos há oito anos, a dupla vencedora conta que o Thermight é uma solução de monitoramento especializado em temperaturas de câmaras frias e fornos industriais.

Contin diz que o desenvolvimento do produto foi incentivado pelo Desafio, que fez com que surgisse uma oportunidade de empreendedorismo na comercialização da Thermight para criar um produto real e atender indústrias do ramo. “É muito gratificante fazer parte do Desafio e ter o suporte do curso e dos professores para podermos dar o nosso melhor”, comemora o estudante. 

Já Faria conta que os dois sempre quiseram trabalhar juntos e, com o Desafio, a dupla abriu a mente para problemáticas frequentes nas indústrias. “Com esses problemas, acabamos identificando uma dor que não estava sendo sanada da maneira que nós achamos que deveria ser, então decidimos achar a solução com a Thermight”, destaca.