
Na quarta-feira, 16, o Núcleo de Intercâmbio promoveu mais uma edição do Almoço Internacional. A iniciativa buscou promover a diversidade, inclusão e a troca cultural ao integrar os estudantes que realizam intercâmbio na Universidade aos alunos que participam do programa de apadrinhamento estudantil - Buddy Program, além de docentes e colaboradores da Instituição.
Na ocasião, intercambistas de países como México, França, Peru, Colômbia e Cuba trouxeram pratos típicos de suas nacionalidades. Desta forma, os participantes tiveram a oportunidade de experimentar uma variedade de sabores e conhecer mais sobre as tradições culinárias de diferentes partes do mundo.
Para a diretora da Divisão de Cooperação Nacional e Internacional - DCINI, professora Vanessa França Bonini Panico, é através da troca de saberes culturais que os estudantes podem perceber as similaridades, mesmo com nacionalidades diferentes. “Quando falamos de comida, é algo que nos traz lembranças, como música e tudo mais. Então dentro de toda a programação que fazemos de acolhimento aos nossos alunos estrangeiros, que serão os nossos embaixadores em suas instituições e que também serão aqueles que vão sensibilizar os nossos alunos para acreditarem que vale a pena conhecer outros espaços, outros países, a comida é algo que sensibiliza muito, que é o paladar, um dos nossos 5 sentidos”.
Português para Estrangeiros - Outra função do evento, é ajudar os intercambistas a colocarem a conversação em prática com outros brasileiros. Professora da disciplina, Paula Gabriela Coetti conta que as aulas de português são oferecidas gratuitamente aos alunos estrangeiros ao ingressarem na Universidade, o curso vai desde o básico até um aprofundamento melhor no idioma.
“É uma experiência interessante, porque os alunos vêm com perspectivas diferentes do Brasil e do idioma. Então, eles trazem também para a sala de aula aquilo que é semelhante e o que é muito diferente nos idiomas de cada um. Isso enriquece muito as aulas”, conta Paula.
Os materiais que compõem a aula são montados pela professora, de acordo com as necessidades de cada grupo de alunos. A cada semestre, a dinâmica muda. “A princípio, nós pensamos em seguir um modelo de livro didático, porém, com a percepção de que alunos que vêm de diferentes países têm um conhecimento ou não do idioma, foi preciso adequar as aulas”, conclui a professora.






