O aluno do curso de Medicina da Unaerp, Pedro de Pádua Amatto Goulart, da 7ª etapa, usou os conhecimentos adquiridos ao longo da graduação para se destacar na Olimpíada Brasileira de Fisiologia, realizada entre junho e julho deste ano. Durante a avaliação, o discente concorreu com mais de 320 candidatos e conseguiu ficar na sexta colocação a nível nacional.
Pedro conta que decidiu participar da competição de conhecimento após desenvolver competências e habilidades ao longo do desenvolvimento do curso, que utiliza o método PBL. “A metodologia de ensino baseada em problemas, permitiu que o conhecimento sobre a fisiologia fosse transmitido de uma forma aplicável dentro do cotidiano e de situações clínicas. Foi uma ótima experiência na qual pude relembrar e aplicar conceitos adquiridos ao longo do percurso universitário”.
A Olimpíada Brasileira de Fisiologia é voltada para estudantes da área da saúde. Promovida pelo Comitê de Ensino da Sociedade Brasileira de Fisiologia (SBFis), em parceria com a editora GrupoGen, a competição de conhecimento foi realizada nos dias 3 de junho e 4 e 25 de julho, totalizando três fases classificatórias. Cerca de 322 alunos de instituições de todo o Brasil participaram e apenas 20 foram classificados para a final. Entre esses, Goulart ficou na 6ª posição.
“É uma felicidade imensa ter alcançado essa posição, uma vez que demonstra que todo o estudo e empenho ao longo desses anos foi, de fato, efetivo e diferencial, é verdadeiramente um feedback positivo”, conta o aluno. Para o coordenador do curso, professor Reinaldo Bulgarelli Bestetti, a participação de Goulart é um exemplo para os demais colegas, “no sentido de que o trabalho persistente faz com que a pessoa concretize seus anseios, pessoais ou profissionais. Certamente, todos imaginamos quanto o Pedro trabalhou para conseguir esse feito”.
O docente diz ainda que a conquista comprova a eficácia e excelência da formação oferecida pelo curso de Medicina da Unaerp. “Acredito que o método PBL, que ensina a aprender a partir da identificação daquilo que não se sabe, aumentando a motivação para o aprendizado individual, bem como para o aprendizado colaborativo na resolução de um problema, tenha estimulado o Pedro a aprender todo o possível a respeito do tema. E é exatamente disso que o médico precisa: aprender até quase o limite do possível para dar à pessoa sob seus cuidados perto do impossível", conclui.
O aluno recebeu orientação e apoio das professoras Ana Maria Pereira Soares, Vanessa Orso, Marina Durand e do coordenador do curso, Reinaldo Bestetti.
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